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Mostrando postagens de novembro, 2013

Reféns do caos.

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Gostaria de ser mais realista com as emoções do que sou com a vida; muito embora as pessoas tenham o cérebro pra usar, ainda preferem gastá-lo com asneiras e futilidades. Fico pensando, cada vez que me sento em frente a uma televisão e vejo as barbaridades que acontecem no dia a dia do ser humano. Eu vejo os rostos cansados e corpos largados diante da rotina de acordar cedo pela manhã para ir trabalhar e isso piora ao entardecer quando acaba um longo e cansativo dia de trabalho. Alguns saem e vão direto pra casa, outros ainda têm que enfrentar mais uma maratona que é a de ir pra faculdade (assim como eu); e na pior das hipóteses, ainda enfrentar um longo trajeto de volta ao caminho  de casa. Fico olhando as pessoas dentro do transporte público e imaginando como seria se estas não tivessem se tornado robôs alienados e não estivessem tão presas a tantas coisas passageiras e à influência comercial do capitalismo que sucumbe com a nação, oferecendo vantagens a uns poucos em detrim...